Estava vasculhando meu acervo procurando alguma coisa interessante e "pra cima" de se postar, quando cheguei na seção de hard rock, me deparei com este segundo album dos suecos do H.e.a.t. Na época em que conheci a banda em 2009 com seu debut, eu me deparava com uma maravilha que custei a acretitar que eram uma banda nova! Neste segundo disco a coisa permaneceu na mesma intensidade, e pasmo fiquei com a quantidade de hits que provavelmente nunca vamos ouvir em nenhuma radio o midia tevelisiva por aqui. Uma pena, o play é de longe um dos melhores de 2010, com melodias lindas, refrões maravilhosos e musicos do mais alto nivel, também pudera, digo que Alemanha e Suécia são os melhores e maiores celeiros dessa galera hard´heavy e não é por acaso,é dificil citar alguma musica, pois podemos dizer que o disco em si é um espetaculo de canções belas. Pra registar as influências da banda e ajudar a conhecer melhor, podemos citar Europe, Journey e pitadas de Pink Cream 69. O trabalho de estudio é excelente e demais detalhes técnicos dispensam comentários, tudo calibradinho e no volume certo. Certamente um disco fácil de assimilar na primeira ouvida e quem sabe na segunda, se apaixonar de vez, não só pelas belíssimas baladas e semi baladas presentes mas nas poderosas e pegajosas também. Se você não é fã e nem conhece ao menos o novo hard rock meu amigo, aqui está seu passaporte e meu mais sincero convite, pois tudo aquilo que a sonoridade do hard rock representa em termos de alegria, energia e belas canções marcantes você com certeza vai achar aqui. Enjoy, e como o nome do disco diz FREEDOM ROCK to you!!! See ya.
Melhor musica: Stay
Pior musica: Não tem
Nota: 10
Line up:
Kenny Leckremo - vocais
Dave Dalone - guitarra
Eric Rivers – guitarra
Jona Tee – teclado
Jimmy Jay – baixo
Crash – bateria
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Dicas de Filmes
TRANSFORMERS - The dark side of moon
O terceiro filme dessa franquia blockbuster é mesmo de tirar o chapéu sim! Efeitos sensacionais e enredo empolgante, tirando o fato de sempre os EUA serem os salvadores do mundo, mesmo se tratando de robôs alienigenas é o que ainda pesa no filme assim como em varios outros longas americanos. Mas ainda sim uma boa pedida, devia ter assistido no cinema...recomendado!
Nota: 8,5
CAÇA AS BRUXAS
Eu ainda me pergunto por que perco tempo insistindo nesses tipos de filme. Puta filminho tosco, Nicolas Cage em pura decadência fazendo longas cada vez mais toscos. Em suma, estoria boba, elenco mezzo e final ridículo com ode praxe. Passe por fora!
Nota: 4,5
O terceiro filme dessa franquia blockbuster é mesmo de tirar o chapéu sim! Efeitos sensacionais e enredo empolgante, tirando o fato de sempre os EUA serem os salvadores do mundo, mesmo se tratando de robôs alienigenas é o que ainda pesa no filme assim como em varios outros longas americanos. Mas ainda sim uma boa pedida, devia ter assistido no cinema...recomendado!
Nota: 8,5
CAÇA AS BRUXAS
Eu ainda me pergunto por que perco tempo insistindo nesses tipos de filme. Puta filminho tosco, Nicolas Cage em pura decadência fazendo longas cada vez mais toscos. Em suma, estoria boba, elenco mezzo e final ridículo com ode praxe. Passe por fora!
Nota: 4,5
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
SHINEDOW - Somewhere in the Stratosphere - 2011
Acho que o ano de 2011 esta sendo muito fértil para algumas bandas, são vário lançamentos no mínimo interessantes. Somewhere in the stratosphere é o primeiro CD DVD ao vivo do SHINEDOW banda da Flórida que compila sucessos ou não dos seus 3 bons discos. Como não comprei o dvd ainda e só tenho disponível o audio do cd do show principal, falaremos apenas dele o Live from Washigton State, mas ressalto que o material como um todo vale ser comprado e explorado ao maximo, eu mesmo estou muito curioso pra saber como ficaram algumas musicas no formato acustico, além das imagens é claro. Bom, a qualidade do play esta indíscutivelmente impecável e límpida. Quase não tem overdubs na voz e todos os instrumentos estão muito bem timbrados e mixados. A escolha das musicas e da sequencia do set list é muito boa também, destaques para "If you only knew", Burning bright e Second chance". Eu não paro de escutar essas 3, mas o disco todo esta deveras bom. Pra quem tiver curiosidade sobre o som dos caras, baixem algum disco deles antes de preferência o primeiro Leave a Whisper, para dai então ter algum parâmetro. Pra quem já conhece, sabe que vai encontrar coisa boa pela frente. Juro que queria(e vou) ter o box completo com 2cds e um dvd, por hora, podemos nos deliciar ao som desta banda de modern rock vigoroso que tem competência de sobra e bate de frente com muita gente de mais nome e mais conhecida principalmente aqui no Brasil. Estão de parabéns, disco altamente recomendado. See ya!
Melhor musica: Second Chance
Pior Musica: Left out
Nota: 9
Line Up:
Brent Smith - Vocals
Barry Kerch - Drums
Zach Myers - Guitars
Eric Bass - Bass
Melhor musica: Second Chance
Pior Musica: Left out
Nota: 9
Line Up:
Brent Smith - Vocals
Barry Kerch - Drums
Zach Myers - Guitars
Eric Bass - Bass
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
ICED EARTH - Dystopia - 2011
Senhoras e senhores, eis o melhor album de heavy metal do ano! Dessa vez e em cheio o Iced Earth conseguiu emplacar um disco direto cheio de criatividade e peso, sem firulas e sem cópias de si mesmo. Arrisco a dizer que ele o Horror Show estão pau a pau guardada as devidas proporções. A subistituição provincial de vocais funcionou como em poucas vezes na cena. Esse Stu canta pra caramba e alterna bem as linhas vocais, além das dobras na voz que ficaram excelentes. confesso que estou escutando ainda o play pra taxar alguma favorita ou fazer um faixa a faixa, mas a julgar pelos ultimos lançamentos desse nicho creio que não estou falando nenhuma besteira. Confesso também que não sou nenhum apaixonado pela banda assim como meu amigo Guilherme Marconi, mas que verdade seja dita; Esse é um baita play! Sempre achei esse heavy metal tradicional meio monótono e sem variação e criatividade, mas esses caras definitivamente roubaram a cena em um ano fraco de lançamentos pelo mundo a fora, digo lançamentos realmente significante e bons. Caros amigos, vale a pena apurar e deflorar esse lançamento algumas vezes seguidas pois, acredite em mim de verdade é o mlehor disco de heavy que ouvi nos ultimos tempos, sem fanatismo ou paixão nas palavras, apenas sinceridade. Confiram! See ya.
Melhor musica: Athem
Pior musica: ainda não achei
Nota: 10
Line up:
Jon Schaffer: (Guitarra e Vocal)
Stu Block: (Vocal)
Brent Smedley: (Bateria)
Troy Seele: (Guitarra)
Freddie Vidales: (Baixo)
p.s: TEM A VERSÃO DE 13 FAIXAS COM 4 BONUS DE ARREPIAR
Melhor musica: Athem
Pior musica: ainda não achei
Nota: 10
Line up:
Jon Schaffer: (Guitarra e Vocal)
Stu Block: (Vocal)
Brent Smedley: (Bateria)
Troy Seele: (Guitarra)
Freddie Vidales: (Baixo)
p.s: TEM A VERSÃO DE 13 FAIXAS COM 4 BONUS DE ARREPIAR
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
DEEP PURPLE - Burn - 1974
Responda rápido: as saídas de Ian Gillan e Roger Glover do Deep Purple na época foram benéficas sim ou não? Bombástica e polêmicamente eu digo que sim! Se levarmos em consideração o discaço que é BURN, e as substituições feitas, senhoras e senhores estamos diante de um clássico do hard/heavy divisor de águas e formador de opiniões. É sim um dos melhores álbuns do Deep Purple e de longe o melhor da fase MKIII! O poder de fogo mostrado na faixa titulo diz tudo...como esses caras fizeram uma música teoricamente dificil de se executar ainda mais naquela época arcaica instrumentalmente falando? E mais, o álbum se arrasta mantendo o mesmo padrão de qualidade e o revezamento quase imperceptível dos vocais de Coverdale e Hughes, essa parceria foi uma das mais geniais que ja pude ouvir! Pecado é fazer destaque pra estes sons, mas vale dar a dica de que existe uma versão de lançamento de aniversário(nossa) onde temos um bônus de 4 faixas do disco remixadas, o play foi lançado em 2004 neste formato e vale demais a pena tê-lo. Voltando a musicalidade, Blackmore usa e abusa de sua maestria com harmonias cativantes e sincrônioa com os teclados do nosso querido maestro John Lord. Eu, e tenho certeza de que vocês também acham este album muito curto, deveria ter umas 14 músicas pelo menos, e você que ainda não conhece Purple ou não ouviu este disco, baixe aqui mesmo e entenda #whatafuckingaboutthis!!! See ya! CRÁSSICO, CRÁSSICO, FODÁAASTICO!!!
Melhor musica: Burn (claaaro)
Pior musica: A 200
Nota: 9
Line Up:
David Coverdale: vocals
Glenn Hughes: bass and vocals
Ritchie Blackmore: Guitars
John Lord: keyboards
Ian Pace: drums
Melhor musica: Burn (claaaro)
Pior musica: A 200
Nota: 9
Line Up:
David Coverdale: vocals
Glenn Hughes: bass and vocals
Ritchie Blackmore: Guitars
John Lord: keyboards
Ian Pace: drums
terça-feira, 20 de setembro de 2011
CREED - My own Prision - 1997
Meus caros, faz tempo que não posto nada ou por falta de tempo ou por estar de saco cheio mesmo, sendo assim hoje vou morder e assoprar esse disco. My own prision é o debut do CREED, e com não pode deixar de ser, é marcado por altos e baixos. No final da década passada, a criatividade pós Nirvana e Pearl Jam estava se esgotando e quase nada do que apareceu realmente agradava em cheio. Porém para os mais incredulos, chega o Creed! ( hahah) que logo de cara emplacou o hit What´s this life for? que por sinal é uma bela balada radiofônica. As letras são melancólicas mas trazem algo de esperançoso, pelo menos é assim que eles querem que soe, a faixa titulo retrata bem isso e é disparada a melhor do album. Muito bem, disco bacana, musicas legais e uma vendagem relativamente boa com a divulgação que fora feita na época, agora falemos um pouco dos pontos negativos do disco( lembra que falei do morde e assopra)? No contexto geral, o disco é muito mal mixado, parecendo até uma demo gravada ao vivo por alguma banda competente mas com pouca grana pra gastar...explico...As guitarras não agradam meu ouvidos, mesmo sabendo da competencia de Mark Tremonti, os drivers e demais efeitos são puramente amadores e mal timbrados...assim com a caixa da bateria que parece aquelas que colocam em festivais de bandas da escola, só que bem microfonada. Possa até estar exagerando um pouco mas, se comparados aos trabalhos posteriores do Creed, esse disco parece um Bootleg bem produzido, nada mais. Gostaria de ouvi-lo nos moldes atuais da banda, com a qualidade de Full Circle ou Wheatered por exemplo...Além do que tem composições bem fraquinhas neste play, mas por ser o primeirão, daremos um desconto não? Para ouvidos mais exigentes e conhecedores de musica (mais tecnicamente), o disco é regular, para quem quer ouvir por ouvir e curtir numa boa é uma ótima pedida, mesmo com a mixagem e masterização mirradinha que o disco possui. Desculpem a amargura de hoje, to sem saco nenhum, espero não ter prejudicado o cd e nem a vontade de vocês em ouvi-lo. See ya zzzzzzzzzzzzzzzzZZZ.Melhor musica: My own prision
Pior musica: Illusion
Nota: 6,5
Line up:
Scott Stapp: vocals
Mark Tremonti: guitars
Brian Marshall: bass
Scott Phillips: drums
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
MATCHBOX 20 - Yourself or Someone Like You - 1996
Debut dessa banda americana muito boa, que cravou de cara um super hit noventista, Push! Matchbox 20 faz um som na boa, sem muito peso, sem muita farofa, um verdadeiro post grunge nos moldes mais comuns. O disco me remete a lembranças muito boas de uma adolescência que ainda era aquela geração MTV, que acompanhava tudo o que era lançamento bom ou ruim e comprava cds, sim, alias, não existia tanto lixo musical e saturação da mídia em cima da mediocridade que hoje em dia impera, por isso era mais facil escolher do que gostar e se o disco valia a pena a gente comprava mesmo! Saindo do saudosismo, o play é super bem gravado, com musicas alegres e musicas tristes, destaques para a melancólica "Hang" e "Kody", que pra mim são execelentes e de extremo bom gosto e feeling. O carro chefe 3AM e a já citada Push carrega toda a responsa que este disco tem, e que seus sucessores não trouxeram mais, mesmo lançando bons discos posteriormente. A voz de Rob Thomas é bem timbrada e afinada, com aquele sotaque americano bem peculiar. Pra quem gosta de post grunge americano( tem outro?) este é um prato farto, e, levando em consideração que certos tempos não voltam mais, este aqui foi uma das poucas coisas boas lançadas pra uma geração que viria a ficar carente de musica, literalmente. Recomendado.
Melhor musica: Push
Pior musica: Girl like that
Nota: 8
Line up:
Rob Thomas, voz e piano
Kyle Cook, guitarra, banjo e vocal de apoio
Paul Doucette, guitarra, vocal de apoio e percussão
Brian Yale, baixo
Ryan MacMillan, bateria, percussão
Melhor musica: Push
Pior musica: Girl like that
Nota: 8
Line up:
Rob Thomas, voz e piano
Kyle Cook, guitarra, banjo e vocal de apoio
Paul Doucette, guitarra, vocal de apoio e percussão
Brian Yale, baixo
Ryan MacMillan, bateria, percussão
terça-feira, 16 de agosto de 2011
JOSS STONE - Mind , Body & Soul - 2004
E pensar que no laçamento deste disco ela tinha por volta de 16 para 17 anos! A voz aveludada dessa maravilhosa cantora( literalmente, acho ela lindíssima) cativou um imenso publico carente de renovação nesse estilo musical, podemos classificá-lo como soul ou até talvez algo mais genérico como R&B, mas, independentemente de qualquer rótulo, o som macio de toda a banda faz com que Joss Stone tenha status de diva. Mind Body & Soul é o segundo algum da cantora, e traz hits gostosíssimos de se ouvir em qualquer ocasião. Falo isso como fã e apreciador ( até este disco), depois o mainstream tomou conta e as participações de rappers e uma mudança significativa em seu som e sua produção musical não me agradaram mais tanto assim. O dvd lançado em 2005 que traz as principais musicas dos primeiros albuns é de matar, vale a pena e muito! Em setembro de 2005 o álbum levou o certificado de disco de platina triplo. Também foi indicado ao Grammy concorrendo como "Melhor Álbum Pop Vocal", soa estranho mas foi. Destaques são muitos, praticamente o disco todo, mas amo Don't Cha Wanna Ride". A banda: Musicos, competentes e rodados, feeling absoluto dando mais cara de soul e black music de raiz. Destaco a ausência de elementos eletrônicos e parafernálias do tipo, deixando o disco bem cru e cheio de groove, algo que não acontece do sucessor pra frente! A verdade é que raramente temos uma banda e uma artista assim, onde a maior evidencia musical são os instrumentos mais característicos da música negra e é claro o poder da voz! A garota canta como uma Dream Girl, com a gravação e mixagem deixando seu vocal bem na cara (ou no ouvido), seguindo a cozinha ( batera e baixo) guitarras e teclados, ora como hammond ora como piano e harmonizer. Perfeito! Não entendo por que não vingou como pop e abrangiu mais a cena, de certa forma, parece ser meio underground até...só quem conhece e vai atras acompanha até hoje. Talvez por isso a mudança quase que radical para o terceiro disco, opção errada em minha opinião, deixou de ser interessante, inovador, clean, mágico e cativante...como este aqui. Aprecie de preferência, com um som poderoso e num volume consideravelmente alto! BOM DEMAIS!! Leva fácil depois de muitas postagens o primeiro "Dez" do blog! See ya.
Melhor musica: Don't Cha Wanna Ride
Pior Musica: Não tem
Nota: 10
Line Up:
Joss Stone: Wonderful Vocals!
Banda de apoio: Varia de acordo como disco e shows ao vivo
( Ai ai viu...e tem gente que...bom, deixa pra lá)
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
PLACE VENDOME - Place Vendome - 2005
Yaeh gente, beleza? Bom, depois de um merecido descanso, retorno postando um disco que na ocasião me surpeendeu bastatnte. Place Vendome é um trabalho paralelo( nem tanto assim) dos integrantes da banda alemã de Hard ´n Heavy Pink Cream 69, mas com os vocais soberbos de Michael Kiske ( Helloween das antigas). Então, dá mais ou menos pra imaginar qual a pegada né? Faixas trabalhadíssimas e muito bem produzidas, por Dennis Ward, baixista e também produtor de grandes bandas da cena hard. Todos os instrumentos são coesos e cheios de feeling, harmonia, tem espaço pra todo mundo mesmo! Em relação ao PC69, o som é um pouco mais light com nuances de AOR por algumas passagens, porém, não perde em peso nem em força. A voz de Michael entrelaça o ouvinte de uma tal forma que não tem como deixar de falar: "CACETE COMO CANTA"!! Das músicas, as que mais me chamaram a atenção foram: I´ll be waiting que tem por direito ser a melhor do disco na minha opinião, I will be gone tem um trabalho excelente de guitarras e merece destaque, e Sign of the times mostra e fecha o disco dizendo por que deveriam lançar o segundo disco( pena que só 3 anos depois). Um detalhe técnico curioso é que me parece que este disco foi feito pra se ouvir em niveis mais altos pra sentir a banda mesmo, porque, curiosamente nos fones de ouvido não fica tão denso assim, como deveria. Mas ainda sim a impressão é maravilhosa de qualquer angulo! Finalizo dizendo que apesar de ter status de projeto paralelo, essa band ainda rende e vai dar muito mais o que falar, e mostra também que rock de verdade com peso e melodia é coisa de europeu sim! E hard ´heavy é coisa de alemão, o resto, é imitação! ouça no volume máximo. See ya...
Melhor musica: I´ll be Waiting
Pior musica: Place Vendome
Nota: 9,5
Line Up:
Michael Kiske: Lead vocal
Dennis Ward: Bass
Gunter Werno: Keyboards
Uwe Reintenauer: Guitars
Kosta Zafiriou: Drums
Melhor musica: I´ll be Waiting
Pior musica: Place Vendome
Nota: 9,5
Line Up:
Michael Kiske: Lead vocal
Dennis Ward: Bass
Gunter Werno: Keyboards
Uwe Reintenauer: Guitars
Kosta Zafiriou: Drums
terça-feira, 26 de julho de 2011
Dicas de Filmes
JOGO De PODER - 2010
Naomi Watts e Sean Penn
O tema gira em torno do fato ocorrido nos EUA onde uma agente da CIA E seu marido ex embaixador descobrem que as suspeitas em cima do Iraque em enriquecer urânio não são verdadeiras, e que os motivos de uma eminente guerra são na verdade outros. Traições, disputas de poder, demagogia e falsas promessas, tudo o que um filme dos bastidores da Casa Branca pode proporcionar. Não espere ação, e sim conteúdo e historia baseda em fatos reais. Um bom filme, nota: 7
PASSE LONGE
PADRE - 2011
Mais um filme tosco cheio de efeitos especiais com cenas de luta no escuro(pra niguem ver nada mesmo). Estoria de uma legião de padres que lutam e combatem as forças do mal e blablabbla...ritmo fraco, elenco ruim e forçado, e ainda por cima com uma deixa de continuação...passe longe, tosco! nem 3D salvou, nota: 4.
Naomi Watts e Sean Penn
O tema gira em torno do fato ocorrido nos EUA onde uma agente da CIA E seu marido ex embaixador descobrem que as suspeitas em cima do Iraque em enriquecer urânio não são verdadeiras, e que os motivos de uma eminente guerra são na verdade outros. Traições, disputas de poder, demagogia e falsas promessas, tudo o que um filme dos bastidores da Casa Branca pode proporcionar. Não espere ação, e sim conteúdo e historia baseda em fatos reais. Um bom filme, nota: 7
PASSE LONGE
PADRE - 2011
Mais um filme tosco cheio de efeitos especiais com cenas de luta no escuro(pra niguem ver nada mesmo). Estoria de uma legião de padres que lutam e combatem as forças do mal e blablabbla...ritmo fraco, elenco ruim e forçado, e ainda por cima com uma deixa de continuação...passe longe, tosco! nem 3D salvou, nota: 4.
terça-feira, 5 de julho de 2011
PANTERA - Far Beyond Driven - 1994
Ao meu modo de pensar, este disco esta à frente de Cowboys From Hell e de Vulgar Display of Power pela razão de ter uma sequencia de peso cadenciado que muito me agrada. Além tambem de contar com musicas boas uma atras da outra e a banda fazendo o que fazia na ascensão definitiva do grunge...realmente era para poucos. Far Beyond Driven é o terceiro disco da fase groove metal do Pantera. Pesado, rústico, bem gravado e até certo ponto comercial, porque não? A banda fazia na turnê deste disco cerca de 200 shows, e isso em um ano! Tecnicamente o disco é cru e sujo, com a tradicional washburn de Dimme pegando fogo no ampli Randall transistorizado, aliás, ele usa amplificadores assim como poucos, até duvido as vezes se realmente não são valvulados. Mas enfim, o resto da banda (resto?), se comporta de maneira estrondorosa, com vocais a beira da perfeição e muito bem gravados. A cozinha esta ali, estampada na cara de quem ainda duvidar do que são capazes, em 5 Minutes Alone, Vinnie Paul arregaça a batera mesclando com um groove metal absurdamente cativante e gostoso de ouvir. Pra se conhecer o Pantera em definitivo façamos o seguinte para sermos justos: baixem as musicas "Cowboys from hell e Mouth for War" depois baixe este disco aqui. Não tem erro, só peso, e dos bons. See ya!Melhor musica: 5 Minutes Alone
Pior musica: Planet Caravan (cover do Sabbath) nem devia estar.
Nota: 8,5
Line Up:
Phil Alsemo: vocals
Dimmebag Darrel: Guitars
Rex Brown: Bass
Vinnie Paul: Drums
quinta-feira, 30 de junho de 2011
DISHWALLA - Pet Your Friends - 1995
Post grunge é o meu segundo estilo de rock favorito atras apenas do hard rock. Por isso, não se espante ao ver na maioria das postagens bandas assim, pesadas ou não, foi sempre um estilo que me marcou e de certa forma me cativa até hoje. Pet Your Friends é o debut da banda Dishwalla, não muito conhecida por aqui mas mas teve lá seus dias de glória com o clipe de Couting Blue Cars passado à exaustão pela MTV na época do seu lançamento. Trata-se de uma banda americana muito competente e relativamente criativa. A decada em que se lançou ao mundo não era muito favorável tanto quanto no auge do grunge, na verdade, o grunge já estava morrendo de vez. Dai então, alguém resolveu rotular tudo o que aparecesse depois de Nirvana, Pearl Jam e Sound Garden de Post Grunge! Foi uma leva de bandas legais no começo como Candle Box, Days Of The New, Collective Soul e dentre algumas mais, Dishwalla. O som apesar de simples na maioria das vezes é bem gostoso de se ouvir e com melodias saudáveis, sem aquela peculiar sujeira muitas vezes desnecessárias que tornam ou tornavam o grunge deveras insuportável. Cheia de hits em potencial principalmente para a época, Pet your Friends tem um "q" de inocência em algumas composições, que não mais aconteceram nos albuns subsequêntes. Podemos dizer também até que esse primeiro disco é mais pesado e cru do que todos os outros 3 de estudio. Gosto muito da sequência das musicas em especial a intro de Pretty Babies, a radiofônica Charlie Brows Parents a maravilhosa balada Give e a já citada Couting Blue Cars. Fora essas rolam bons momentos também e uma ou duas musicas pra preencher o resto do disco. Destaque para as linhas vocais de J.R Richards que são pra lá de boas, cozinha também legal, as ghuitarras são um tanto quanto limitadas mas nada que comprometa o disco. Aliás as guitarras por si só nunca foram referencia pra esse estilo de rock, podem ter melodia, peso mas aquele primor e ousadia que outros estilos proporcionam não. É isso, bom disco, boas musicas, boa gravação...recomendo não só este como a discografia toda que postarei na sequência pra todos nós. See Ya!
Melhor musica: Counting Blue Cars
Pior musica: Explode
Nota: 7,5
Line Up:
J. R. Richards - (Vocal)
Rodney Browning - Cravens (Guitarra)
Jim Wood - (Teclado)
George Pendergast - (Bateria)
Scot Alexander - (Baixo)
Melhor musica: Counting Blue Cars
Pior musica: Explode
Nota: 7,5
Line Up:
J. R. Richards - (Vocal)
Rodney Browning - Cravens (Guitarra)
Jim Wood - (Teclado)
George Pendergast - (Bateria)
Scot Alexander - (Baixo)
quarta-feira, 22 de junho de 2011
30 SECONDS TO MARS - This Is War - 2009
As vezes é bom descer a lenha em algumas postagens, e se a unica vez que isso ocorreu aqui no garimpadas foi com Glenn Hughes, não é com 30 Seconds to Mars que vai ser diferente né? O mais curioso é que fui cheio de espectativas pra cima de This is War, considerando talvez os outros dois anteriores que até tem uma pegada legal, cult, alternativa e moderninha ( os adolescentes meio nerds e intelectuais adoram estes caras em especial as menininhas) tinha um "q" de novidade sacam? Pois foi exatamente o contrário quando coloquei pra rodar essa tranqueira. Era um domingo a noite ipod no ouvido e vamos lá: Nossa que faixa esquisita, eu pensei, me referindo a intro com um monte de crianças em coro. Passei a segunda terceira e quarta faixa. Disco morno caindo para o mediocre e desembestando para o ruim mesmo. Achei que não era possivel ter uma faixa que me agradasse, e oras, não sou tão exigente assim com esse tipo de banda, o minimo que gostaria de ouvir era alguma coisa com canto refrão, canto refrão, solinho refrão 2x e deu! As musicas apesar do tema bem contemporâneo, não expressam em nada o que as letras querem passar. o instrumental cada vez mais eletrônico e os vocais entupidos de overdubs me brocharam de vez. Faltou: feeling, alegria, vontade e criatividade. Sobra vazio, e pensar que era uma banda que gostei de inicio, acho que supervalorizei demais. Aceito opiniões diferentes, caso queiram baixar e ouvir, talvez tenham mais paciência e tempo do que eu, e coloquem o play pra rodar até o final...eu não passei da faixa 6...sorry Esperamos que num proximo disco, eles possam apagar e renegar este aqui.
Melhor canção: Juro que tentei achar uma
Pior musica: Pra mim, todas são ruins
Nota: 3,5
Line Up:
Jared Leto: vocals, guitars, synth and keyboards
Shannon Leto: drums
Tomo Miličević: guitars, bass and keyboards
Paulo Neto
Melhor canção: Juro que tentei achar uma
Pior musica: Pra mim, todas são ruins
Nota: 3,5
Line Up:
Jared Leto: vocals, guitars, synth and keyboards
Shannon Leto: drums
Tomo Miličević: guitars, bass and keyboards
Paulo Neto
sexta-feira, 17 de junho de 2011
ALICE IN CHAINS - Facelift - 1990
Depois de ter meu ultimo post arrancado do site mesmo sem saber por que, sigamos em frente all right? Facelift é o primeiro e maravilhoso disco do Alice in Chains, que, embora muitos gostem e costumam a rotular a banda como grunge, eu a considero um heavy metal mais moderno com as características peculiares da época, afinal, o grunge tomava conta de tudo na época, todas as bandas novas e antigas tinham traços de Nirvana, Pearl Jam e similares percussores. Vamos ao disco? O trabalho de guitarras limpas e sujas é algo digno de elogios e respeito, com linhas pesadas muito bem executadas essim como o baixo do finado Mike. Os vocais e backing vocals de Layne e Jerry respectivamente tem seu melhor rendimento neste disco, que aliás é o melhor de todos disparado, mesmo contendo menos singles que o segundo Dirty. A única coisa de que não gostei muito ( mas nem por isso compromete nada o cd) é o excesso de efeitos na bateria. Ela poderia estar mais crua digamos, as vezes sentimos ela muito escondida nas musicas tirando outrora até um pouco de groove em algumas canções. Mas, isso é detalhe técnico que a maioria de nós nem sente, pois se trata de uma das melhores bandas que surgiram nos anos 90, além do mais quando a gente ouve Man in the Box, arrepia até hoje certo?. Resumindo, disco bem gravado, mixado e masterizado, musicos de primeira linha, feeling e letras ótimas, arranjos simples e convincentes...aprecie sem moderação...see ya.
Melhor canção: Man In The Box
Pior musica: Talvez não tenha
Nota: 9
Line Up:
Layne Stanley: Lead Vocals
Jerry Cantrell: Guitars and Vocals
Mike Starr: Bass
Sean Kinney: Drums
Paulo Neto
Melhor canção: Man In The Box
Pior musica: Talvez não tenha
Nota: 9
Line Up:
Layne Stanley: Lead Vocals
Jerry Cantrell: Guitars and Vocals
Mike Starr: Bass
Sean Kinney: Drums
Paulo Neto
terça-feira, 7 de junho de 2011
THE AVENGERS - 2012
Boa pedida pra quem curte e curtiu todas as franquias Marvel. Caprichadíssimo e muito aguardado, o longa reuniu enfim todos os principais heróis pra uma batalha sensacional cheia de efeitos e tiradas irônicas que arrancam risos da platéia. O roteiro demora um pouquinho pra pegar fogo pois o tempo é curto para a interligação de todos os personagens. Pontinho fraco, bom, o filme poderia ter pelo menos umas 2 horas e meia para detalhar caprichosamente detalhes obscuros e possiveis falhas sem explicação.Mas, ainda sim, é sensacional! Recomendadíssimo.
Nota: 9,0
Nota: 9,0
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